3 tendências do Marketing Musical para fazer a diferença

3 tendências do Marketing Musical para fazer a diferença

Fazer música boa não é sinônimo de sucesso no mercado musical. Uma afirmativa como essa, por mais dura que pareça, é parte de uma premissa básica do marketing musical atual. As estratégias vão sendo aperfeiçoadas e a cada dia aparecem novidades. Por isso, independente do seu estilo, vale a pena estar de olho no que está por aí e adaptar à sua realidade. Entre várias novas tendências, escolhi 3 que merecem sua atenção e podem ser colocadas em prática já.

Foto: Pexels

Conhecer ( e por que não usar?) os EARWORMS

Quantas vezes você se já perguntou por que aquela música “que não tem nada demais” faz sucesso? E em quantas ocasiões já ficou com um refrão na cabeça que não sai de jeito nenhum?

Cada vez mais, a tecnologia na produção de música usa ingredientes como repetições melódicas, sons diferentes, forma de cantar ou métrica calculada para fazer o som entrar na cabeça dos ouvintes. Essa engenharia, muito usada nos EUA, chama-se “earworms”.

Se você sente que “falta algo no seu som” será, provavelmente, a falta desta maneira científica de produzir uma música prevendo a reação do ouvinte. Principalmente no POP, existem os chamados “topliners”, que produzem usando fórmulas orientadas a seduzir o ouvido e a mente do público. Com isso, os ouvidos da nova geração estão se acostumando e a música que não seduz por meio de “barulhinhos” estratégicos está perdendo seu lugar.

Cuidar do marketing digital

Há muitas bandas perdendo tempo procurando produtor e bookerquando deviam se preocupar com sua imagem na internet. Na atualidade, é inaceitável um artista que não tenha um bom site, fotos de qualidade, música distribuída pelas principais plataformas e um bom trabalho nas redes sociais. A presença no meio digital hoje é tão importante que existem músicos que só após conquistarem seus milhares de fãs no Youtube foram pisar num palco pela primeira vez.

Eu sei que muitas tendências do marketing musical parecem absurdas, mas infelizmente, nadar contra a corrente só torna o trabalho mais doloroso em um mercado tão competitivo. Então, comece agora cuidar com carinho do seu material e de sua imagem para conquistar fãs para seu trabalho.

Quer saber como chegar a mais gente? Aprenda a fazer anúncios eficientes no Facebook e promova sua música!

Ser uma marca, criar conceitos 

Se conhecer como artista é um dos primeiros pontos na hora de começar a divulgar o seu trabalho. Muita gente faz uma música legal, mas não consegue ver em si mesmo diferenciais que possam atrair a cativar o público. Você, como artista, precisa ser uma marca forte, com todas as várias características que te tornam único. Cada detalhe seu soma para te destacar em meio à multidão.

Quando você se torna uma marca é mais fácil criar conceitos para seu trabalho. Partindo da sua essência e conhecendo seu público potencial, é possível criar conteúdos eficientes, músicas que dialogam, vídeos que cativam e também shows que prendem a atenção do início ao fim.

Agora é correr atrás para melhorar seu trabalho cada vez mais! Seja autêntico, mas não deixe de acompanhar as tendências do mercado musical!

Se você tem dúvidas de como criar um negócio musical que te represente,  acompanhe AQUI nossa série de vídeos no Youtube, com dicas sobre planejamento, branding, gestão e marketing. Até logo!

About the Author

Nathy Faria

"Nathy Faria é emprendedora à frente da La Otra (Agência de soluções criativas no ecossistema musical), cantora e compositora, com formação em jornalismo (UNI-BH, Brasil), música (Universidad de Évora - Portugal), mestrado em Economia Criativa y Gestão Cultural (Universidad Rey Juan Carlos - Espanha). Ao longo de 15 anos na música e sua experiência internacional, a artista participa de feiras internacionais como FIM (Guadalajara, MX), Midem (Cannes, FR), Porto Musical (Brasil), entre outras. Atualmente, mora em Madrid onde desenvolveu uma metodologia exclusiva de coaching para empreendimentos criativos e musiciais e acaba de ganhar um prêmio de inovação pela "Factoria Cultural" com a plataforma da La Otra.

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